MORTE MAU DITA.
Teu nome jamais deveria ser morte
Deveria ser transmutação!
Veja, mau dita
O corpo que dizem morrer
E a ti selam a culpa
Não morre essencialmente!
Ele transpõe à verdadeira vida
Que não é matéria essência.
... Mesmo o corpo que falece aos olhos humanos
Não morre.
Indesejada!
Porque é ele todo vida.
E mesmo a ti subjugado
Prolifera em milhões de vidas em baixo dos sete palmos destinados.
Porque não cremar?
Porque tu te consumarias!?
Mesmos assim, religião do medo
Tu não tens sentido amplo.
Pois as cinzas do bocado humano
abundam vidas microscópicas
Que alimentaram outras vidas
E de vidas se faz redemoinho
O qual a te não pertence!
Tudo é vida porque tudo se transforma.
Porque morte?
Tu és um estado temporário
Que não passa dos limites da transformação!
Mas, porque assustas tanto nossa raça?
Sou obrigado a te isentar de culpa.
Porque fomos nós teus criadores
Presumo na mais tenra ignorância.
Tu és da leva dos medos
Que a maldita semeou nas mentes vinhas dos filhos da ganância.
Fostes e és bem aproveitada no submundo Terreno!
As lágrimas que a ti derramam
Não passam do medo que temos da solidão
a qual pertence a tua leva.
O que uma voz maldita produz, se não ecos malditos?
Ah! se as vozes do Mundo ecoassem cânticos de amor e de paz
A maldita não teria te semeado nas terras férteis da humanidade.
Choro porque meu tempo ainda a ti e a ela pertence.
Choro porque a maldita se transformou e ecoa nos quatro cantos do mundo!
A massa ignara se desmancha em lágrimas mau ditas
de solidão, carências e medos estapafúrdios
que a maldita semeia nas mentes aduncas das pobres almas
as quais são levadas nas enxurradas do desespero
e com ela levam toda sua dignidade de ser humano.
Ignaras almas que se deixam usar nos termos da passividade!
Tu jamais deverias te chamar de morte quando transmutas as almas
cansadas do peso da maldita, inconscientemente.
MATIAS de Araújo, Jurandir.
Teu nome jamais deveria ser morte
Deveria ser transmutação!
Veja, mau dita
O corpo que dizem morrer
E a ti selam a culpa
Não morre essencialmente!
Ele transpõe à verdadeira vida
Que não é matéria essência.
... Mesmo o corpo que falece aos olhos humanos
Não morre.
Indesejada!
Porque é ele todo vida.
E mesmo a ti subjugado
Prolifera em milhões de vidas em baixo dos sete palmos destinados.
Porque não cremar?
Porque tu te consumarias!?
Mesmos assim, religião do medo
Tu não tens sentido amplo.
Pois as cinzas do bocado humano
abundam vidas microscópicas
Que alimentaram outras vidas
E de vidas se faz redemoinho
O qual a te não pertence!
Tudo é vida porque tudo se transforma.
Porque morte?
Tu és um estado temporário
Que não passa dos limites da transformação!
Mas, porque assustas tanto nossa raça?
Sou obrigado a te isentar de culpa.
Porque fomos nós teus criadores
Presumo na mais tenra ignorância.
Tu és da leva dos medos
Que a maldita semeou nas mentes vinhas dos filhos da ganância.
Fostes e és bem aproveitada no submundo Terreno!
As lágrimas que a ti derramam
Não passam do medo que temos da solidão
a qual pertence a tua leva.
O que uma voz maldita produz, se não ecos malditos?
Ah! se as vozes do Mundo ecoassem cânticos de amor e de paz
A maldita não teria te semeado nas terras férteis da humanidade.
Choro porque meu tempo ainda a ti e a ela pertence.
Choro porque a maldita se transformou e ecoa nos quatro cantos do mundo!
A massa ignara se desmancha em lágrimas mau ditas
de solidão, carências e medos estapafúrdios
que a maldita semeia nas mentes aduncas das pobres almas
as quais são levadas nas enxurradas do desespero
e com ela levam toda sua dignidade de ser humano.
Ignaras almas que se deixam usar nos termos da passividade!
Tu jamais deverias te chamar de morte quando transmutas as almas
cansadas do peso da maldita, inconscientemente.
MATIAS de Araújo, Jurandir.
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